Como evitar economias burras em viagens!

30/07/2017

Se você ainda não ganhou seu primeiro milhão, ama viajar e a atração por aventuras adolescentes já ficou no passado, este post é pra você!

Para tempos de euro e dólar nas alturas, vai uma lista de alguns ensinamentos de como evitar economias burras em viagens!

E, irmãos, repitam comigo dois clichês:

  1. O barato pode sair caro
  2. Tempo é dinheiro

Conexões muito longas

  • Oito horinhas entre um avião e outro: na hora de comprar a passagem na promoção vai parecer um ótimo negócio. Na prática será estressante e cansativo. Se for na ida, você vai chegar podre, se for na volta vai querer cortar os pulsos de arrependimento. Favor evitar.
  • Em vez de horas no aeroporto sem fazer nada, tente fazer um stopover pra ficar um tempo maior na cidade da conexão. Melhor 24 horas numa cidade que não estava no programa original do que oito horas no aeroporto sem nenhum conforto. Vai por mim.

Conexões muito curtas

  • Imagine o primeiro vôo atrasando e você correndo como louco pelo aeroporto tentando alcançar o segundo vôo? Pensou? Pode piorar, você pode perder o vôo. Se a passagem foi comprada inteira, menos mal, a companhia aérea vai dar seus pulos pra te ajudar, colocar em outro vôo ou mesmo num hotel. Se você comprou os dois trechos separados - e pior, por companhias diferentes - senta e chora.
  • Não tem remédio: se possível comprar todos os trechos numa passagem só e com intervalos decentes. Eu gosto de conexões com mais de uma hora, uma hora e meia é perfeito - pro meu nível de ansiedade, claro.

Hostel ou hotel?

  • O conceito de hostel mudou faz tempo. Existem hostels muito legais, onde além de usufruir do ambiente coletivo o viajantes pode ter um quarto privativo pagando um pouco mais. Pense: uma diária de 30 euros por pessoa num quarto coletivo parece ótima (e é) mas dependendo do ponto de vista pode não ser a saída mais econômica.
  • Em duas pessoas, com quase o mesmo valor por pessoam você pode passar uma noite num Parador Espanhol (já fiquei por 70 euros) se estiver cadastrado nas promoções do site, ou ficar num Airbnb delícia, vivendo como um morador, ou mesmo encontrar uma pousadinha fofa, cheia de charme. Vale a pena pesquisar e pesar qual a economia mais inteligente!

Localização

  • É importante? Depende. Se for um lugar servido de um amplo transporte público, sem problemas. Mas pese bem antes de optar pela hospedagem baratinha, longe pra caramba que vai te fazer gastar um tempão de deslocamento.
  • Se a cidade é cara e o transporte não é grande coisa, apele pras redes budget dos hotéis de redes, costuma funcionar.

Alimentação

  • Cafés da manhã não incluso na diária, sinal de alerta. McDonald's, jamais. Passar fome? Não, né?
  • Melhor comparar o valor do café servido com preços de mercados locais. Se tiver cacife, deixe um dia pra investir num café da manhã incrível, num lugar verdadeiramente especial. Comidas de rua costumam ser uma ótima alternativa ao fast-food impessoal e proporcionam uma experiência local. Restaurantes estrelados tem menus mais baratos no almoço. Viu? Dá pra ser feliz!

Locomoção em cidades

  • Não adianta, se locomover custa e não adianta querer fazer tudo a pé. O cansaço vencerá sua ideia inicial de economia.
  • Procure por passes que valem pros dias da tua estadia, sempre vale a pena e na maioria das vezes, de lambuja, você ganha descontos em atrações da cidade.

Época do ano

  • É tentador, mas não caia nesta. Viajar na época errada pode sair (bem) mais barato! Mas ninguém acha legal pegar época de chuvas torrenciais, furacões ou mesmo calor demasiado.

Dia de atrações de graça

  • Museu de graça é quase sempre igual a fila!
  • Tempo é dinheiro. Passar horas numa fila e num museu lotadíssimo pode não valer a economia feita na ingresso. Chegar na hora de abertura pode ajudar.

Por: BLOG - Rivotrip - Ana Claudia Crispim

Foto: iStock

Publicado Originalmente em: http://abr.ai/2uaCvaH